As cotações do suíno vivo iniciam o ano de 2026 em cenário de estabilidade no mercado interno. Na praça SP-5, que engloba Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba, o animal vivo posto na indústria foi negociado a R$ 8,87 por quilo na terça-feira (6). O valor representa uma leve queda de 0,3% em relação ao encerramento de 2025, indicando um início de ano marcado por ajustes pontuais, sem grandes oscilações nos preços praticados ao produtor.
Demanda externa segue aquecida
No mercado internacional, o desempenho do setor segue em ritmo acelerado. O Brasil encerrou 2025 com novos recordes tanto no volume quanto na receita das exportações de carne suína. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), em dezembro foram exportadas 136,1 mil toneladas, volume 29,4% superior ao registrado em novembro e 26,2% acima do observado no mesmo mês do ano anterior.
Esse resultado fez de dezembro o melhor mês da história para o período e o quarto maior volume mensal de toda a série histórica da Secex, iniciada em 1997. Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, os números evidenciam uma intensificação da demanda internacional pela carne suína brasileira ao longo do segundo semestre.
Volume anual atinge marca inédita
No acumulado de janeiro a dezembro de 2025, o Brasil embarcou 1,5 milhão de toneladas de carne suína, o maior volume já registrado em um único ano. O resultado representa crescimento de 11,6% em comparação com 2024, consolidando o país em um novo patamar no comércio internacional da proteína.
Esse resultado fez de dezembro o melhor mês da história para o período e o quarto maior volume mensal de toda a série histórica da Secex, iniciada em 1997. Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, os números evidenciam uma intensificação da demanda internacional pela carne suína brasileira ao longo do segundo semestre.
Volume anual atinge marca inédita
No acumulado de janeiro a dezembro de 2025, o Brasil embarcou 1,5 milhão de toneladas de carne suína, o maior volume já registrado em um único ano. O resultado representa crescimento de 11,6% em comparação com 2024, consolidando o país em um novo patamar no comércio internacional da proteína.


