
Uma confusão dentro de uma residência terminou com uma mulher de 21 anos agredida e um bebê de apenas 9 meses atingido na cabeça, em Itanhangá, e a mulher contou à Polícia Militar que morava havia cerca de três meses na mesma residência que o homem envolvido na ocorrência. Naquela madrugada, os dois estariam consumindo bebida alcoólica quando começaram uma discussão.
Para tentar encerrar o desentendimento, a jovem foi para o quarto e se deitou com o filho de colo. Pouco depois, o homem teria ido até o cômodo, sentado na cama e começado a fazer agressões verbais contra ela.
Uma confusão dentro de uma residência terminou com uma mulher de 21 anos agredida e um bebê de apenas 9 meses atingido na cabeça, em Itanhangá, e a mulher contou à Polícia Militar que morava havia cerca de três meses na mesma residência que o homem envolvido na ocorrência. Naquela madrugada, os dois estariam consumindo bebida alcoólica quando começaram uma discussão.
Para tentar encerrar o desentendimento, a jovem foi para o quarto e se deitou com o filho de colo. Pouco depois, o homem teria ido até o cômodo, sentado na cama e começado a fazer agressões verbais contra ela.
Ainda conforme o relato da vítima, ao se deitar na cama, o homem teria atingido com uma cotovelada a região da testa da criança, de apenas 9 meses. A mãe imediatamente se levantou para proteger o bebê.
Na sequência, o homem teria tentado agredir fisicamente a mulher, segurando-a com força pelos braços. Para conseguir se soltar, ela afirmou que mordeu um dos dedos da mão esquerda dele e conseguiu fugir da casa.
A jovem então foi até a base da Polícia Militar para pedir ajuda. Ela informou aos policiais que não mantinha relacionamento amoroso com o homem e que os dois apenas dividiam a mesma residência.
Enquanto a ocorrência era registrada, o suspeito passou em frente à unidade policial e foi reconhecido pela vítima. Os militares deram ordem de parada, realizaram a abordagem e o conduziram até o núcleo da PM.
Posteriormente, as partes foram encaminhadas à Delegacia da Polícia Civil de Tapurah, onde o caso ficou sob responsabilidade da autoridade policial para as providências legais.
A ocorrência foi registrada inicialmente como lesão corporal e vias de fato.

