Funcionária de fazenda é presa por prostituir filha de 15 anos em MT

Uma mulher de 32 anos foi presa na última quinta-feira (8) pela suspeita de prostituir a própria filha, uma adolescente de 15 anos, em Vila Bela da Santíssima Trindade (530 km de Cuiabá).

O registro de ocorrência da PM relata que suspeita seria uma “usuária de drogas” que trabalha numa fazenda no município, e que estaria oferecendo sua filha “em troca de favores sexuais”

A PM e o Conselho Tutelar foram até o local e conversaram com a vítima, descrita como alguém que sofre de ansiedade e que tem medo da mãe. Ela relatou que foi “obrigada” a ir até a casa de outro suspeito, de 22 anos, também preso.

O registro de ocorrência da PM relata que suspeita seria uma “usuária de drogas” que trabalha numa fazenda no município, e que estaria oferecendo sua filha “em troca de favores sexuais”

A PM e o Conselho Tutelar foram até o local e conversaram com a vítima, descrita como alguém que sofre de ansiedade e que tem medo da mãe. Ela relatou que foi “obrigada” a ir até a casa de outro suspeito, de 22 anos, também preso.

Ainda de acordo com os policiais, a vítima não teria se lembrado do que ocorreu na casa do suspeito, mas que acordou nua. A funcionária de fazenda tem outro filho de 9 anos. Ele e a irma ficaram sob a guarda do Conselho Tutelar.

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O presidente da Associação dos Produtores de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigantes de Mato Grosso (Aprofir-MT), Hugo Garcia, participou do lançamento do projeto “Rota da Banana: Sustentabilidade na Bananicultura em Mato Grosso”, na sexta-feira (13), na Comunidade Facão, no município de Cáceres. “Eu estou vendo um sonho que eu sempre desejei para o Mato Grosso acontecer. Eu acho inadmissível um Estado que nem o Mato Grosso receber todo dia 50, 70 caminhões de frutas e verduras de fora do nosso Estado, quando a gente poderia produzir aqui. E isso agora será realizado”, disse o presidente. Leia também – Senac oferece curso gratuito de cuidador de idosos; veja O projeto prevê ações e atividades em 24 municípios mato-grossenses integrantes da rota, possibilitando o escoamento, comercialização e gestão da bananicultura. “Eu não tenho dúvida de que podemos produzir fruticultura e hortaliças para a nossa região, bem como para outros estados do país e até vender para fora, para o mundo. É só organizar a logística. Não tenho dúvida que o ministro entende muito sobre isso e a gente vai resolver esse problema o mais breve possível”, continuou Hugo. O objetivo é valorizar a cadeia produtiva da banana de forma a fortalecer a economia local e reduzir as desigualdades regionais no estado, resgatando, ainda, o valor cultural da banana-da-terra em Mato Grosso. “É como eu sempre falo, você pode juntar a fruticultura com o tanque, que é o reservatório de água para a criação de peixe, que assim o produtor poderá ter um outro produto de alto valor agregado. A fruticultura é isso, é um produto de alto valor agregado”, explicou Garcia. Com potencial para beneficiar mais de 600 mil pessoas, o projeto abrange os municípios de Campos de Júlio, Comodoro, Nova Lacerda, Conquista do Oeste, Pontes e Lacerda, Vila Bela da Santíssima Trindade, Vale do São Domingos, Jauru, Figueirópolis do Oeste, Indiavaí, Araputanga, Reserva do Cabaçal, Porto Esperidião, Glória do Oeste, São José dos Quatro Marcos, Mirassol D’Oeste, Curvelândia, Lambari do Oeste, Rio Branco, Salto do Céu, Cáceres, Poconé, Nossa Senhora do Livramento e Várzea Grande.

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