Carne de frango perde competitividade frente à suína, mas ganha espaço ante a bovina em janeiro

A competitividade da carne de frango apresentou comportamentos distintos no início de 2026, perdendo espaço frente à carne suína, mas avançando em relação à carne bovina, conforme levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. A análise considera os preços praticados no atacado da Grande São Paulo, principal referência nacional para o setor de proteínas.Segundo o Cepea, tanto a carne de frango quanto a suína registraram queda de preços em janeiro, movimento considerado típico para o período, quando a demanda interna tende a ficar mais enfraquecida após as festas de fim de ano. No entanto, a desvalorização da proteína suinícola foi mais intensa do que a observada no mercado avícola, o que reduziu a competitividade relativa do frango frente ao suíno.

Pesquisadores explicam que esse comportamento está associado a um cenário de sobreoferta, comum no primeiro mês do ano, quando o consumo das famílias diminui e o escoamento da produção enfrenta maior dificuldade. Nesse ambiente, as proteínas mais acessíveis acabam disputando espaço de forma mais acirrada nas gôndolas e no atacado.

Em sentido oposto, a carne bovina apresentou leve valorização ao longo de janeiro, o que acabou elevando sua média mensal e favorecendo a competitividade da carne de frango frente ao boi. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, as altas registradas até meados do mês foram determinantes para esse resultado.

A competitividade da carne de frango apresentou comportamentos distintos no início de 2026, perdendo espaço frente à carne suína, mas avançando em relação à carne bovina, conforme levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. A análise considera os preços praticados no atacado da Grande São Paulo, principal referência nacional para o setor de proteínas.

Segundo o Cepea, tanto a carne de frango quanto a suína registraram queda de preços em janeiro, movimento considerado típico para o período, quando a demanda interna tende a ficar mais enfraquecida após as festas de fim de ano. No entanto, a desvalorização da proteína suinícola foi mais intensa do que a observada no mercado avícola, o que reduziu a competitividade relativa do frango frente ao suíno

Pesquisadores explicam que esse comportamento está associado a um cenário de sobreoferta, comum no primeiro mês do ano, quando o consumo das famílias diminui e o escoamento da produção enfrenta maior dificuldade. Nesse ambiente, as proteínas mais acessíveis acabam disputando espaço de forma mais acirrada nas gôndolas e no atacado.

Em sentido oposto, a carne bovina apresentou leve valorização ao longo de janeiro, o que acabou elevando sua média mensal e favorecendo a competitividade da carne de frango frente ao boi. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, as altas registradas até meados do mês foram determinantes para esse resultado.

Ainda assim, os pesquisadores observam que, a partir da última semana de janeiro, o mercado de carne bovina passou a mostrar ritmo mais lento de negócios, indicando uma possível acomodação nos preços. Esse movimento pode refletir tanto a resistência do consumidor quanto ajustes naturais após as valorizações iniciais do mês.

O cenário revela um mercado de proteínas marcado por ajustes sazonais, no qual a competitividade entre frango, suíno e boi segue diretamente influenciada pelo comportamento da demanda interna, pelos níveis de oferta e pelas estratégias comerciais adotadas ao longo do mês.

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