Acusado de matar sargento morre em confronto policial

O suspeito Graciel da Silva Muniz,29, morreu em confronto com policiais na manhã desta segunda-feira (25), no bairro Boa Esperança, em Cuiabá. Ele reagiu à abordagem dos agentes que cumpriam mandados durante a Operação Black Stone.Segundo informações da Polícia Civil, o criminoso era acusado de participar do assassinado do sargento Djalma Aparecido da Silva,47, em Alto Garças. O policial fazia atividade física nos arredores de um ginásio da cidade, quando foi baleado na cabeça por ocupantes de um carro prata, que passava pela rua e fugiu assim que o alvo foi baleado.O carro foi achado carbonizado em uma área de mata do município logo após o crime, no dia 22 de janeiro. 5 dias depois, dois suspeitos morreram com tiroteio com policiais que investigavam o homicídio do sargento. Vinicius Oliveira de Carvalho e Vitor da Silva Feitoza teriam participação no homicídio e a Prefeitura de Alto Garças chegou a emitir nota de pesar pelas mortes, o que causou grande polêmica na época.Nesta segunda, em continuidade aos trabalhos investigativos, os policiais da Gerência de Operações Especiais (GOE) foram ao conjunto de quitinetes em busca do acusado. Ao chegar, encontrou o suspeito armado com uma pistola e houve o confronto. O acusado morreu ainda no local.

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada ao local, assim como a Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), que irá apurar a morte por intervenção do Estado.

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A comandante destaca ainda que a Polícia Militar tem a mulher inserida na instituição centenária há pouco mais de 40 anos. Com mais de 25 anos dedicados à Polícia Militar, a Ten. Cel. Cláudia Regina Soares é a única mulher policial ocupando a função de comando no interior do estado de Mato Grosso, atuando em Diamantino e mais sete unidades da PM. Neste Dia Internacional da Mulher, celebrado hoje, 08 de março, ela que é a comandante da 9ª Companhia Regional da Polícia Militar- Diamantino, conta como conquistou o espaço na instituição, venceu os desafios e obteve sucesso na carreira, chegando em um dos mais altos níveis no quadro de oficiais da corporação. A oficial lembra que quando ingressou na Polícia Militar na década de 1990 que se identificou com a profissão já no início do curso de formação para oficiais e batalhou até conquistar espaço na instituição. “A gente almeja isso, nossa vontade é chegar no último posto”, declarou. A comandante destaca ainda que a Polícia Militar tem a mulher inserida na instituição centenária há pouco mais de 40 anos. Avalia que mesmo com a limitação de vagas destinadas para as mulheres, que hoje chega a 20% do total ofertado, são notórias as conquistas e valorização. “Apesar disso, já tivemos muitas conquistas, quando ingressei na instituição a mulher ocupava poucos espaços, estavam inseridas em poucas unidades da PM e hoje elas estão inseridas em todos os locais: tanto no interior como na capital”, ponderou. Preconceito Em relação à atuação da mulher policial tanto na instituição quanto para a sociedade, o preconceito não tem espaço. “A nossa recepção na instituição foi a melhor possível, a sociedade também gosta de ver a mulher policial atuando, admira e aplaude o trabalho”, avaliou. Única comandante mulher Como única comandante mulher policial atuando em um batalhão da Polícia Militar no interior do Estado, a oficial afirma que se sente grata pela confiança de estar no cargo, no qual representa as demais mulheres policiais da corporação. “Eu me sinto representando todas as mulheres policiais militares nessa função que ocupo. É algo que busco fazer com muita responsabilidade e total primazia. Fico muito satisfeita por ter tido essa confiança de estar aqui comandando nossa cidade de Diamantino e região com mais sete unidades”, acrescentou. Para a comandante, a longa trajetória proporcionou alcançar o êxito na prestação do serviço, porém as conquistas vão além da realização profissional. “É uma realização estar podendo ajudar a sociedade, trabalhando não só com o ostensivo, mas também com o preventivo nas ruas, nas escolas com projetos sociais. A gente sentir que faz a diferença é uma grande realização pessoal e fazer isso como profissional me completa bastante”, finalizou.

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