Nova Mutum na mídia: Cidade gera mais empregos com quatro setores da economia impulsionando

Nova Mutum gerou mais empregos com carteiras assinadas, em março. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, foram 55 vagas a mais, diferença de 1.388 contratações e 1.333 demissões feitas por empresas e indústrias.

Em janeiro e fevereiro, foram 520 e 444 contratados a mais. Em relação a março de 2021, houve leve diminuição, já que à época foram 82 trabalhadores que iniciaram vínculos empregatícios a mais com carteiras assinadas.

O setor de serviços liderou. Só Notícias constatou que foram 122 pessoas empregadas a mais, saldo de 423 admissões e 301 desligamentos. A construção teve o segundo melhor resultado ao criar 53 postos de trabalho, resultado de 156 contratações e 103 desligamentos.

O comércio também gerou 32 postos a mais, diferença de 392 contratados e 360 demitidos. Já as indústrias, abriram 269 novas vagas mas encerraram 247, saldo de 22 admitidos a mais.

Por outro lado, a agropecuária fechou o mês com saldo negativo demitindo 174 funcionários a mais. Foram 322 desligamentos e 148 contratações.

Conforme Só Notícias já informou, em Sorriso foram 2.451 demitidos e 2.407 admitidos, resultando em 44 vínculos empregatícios encerrados a mais. Em Sinop foram 454 vagas a mais, saldo de 3.883 admissões e 3.429 demissões.

Lucas do Rio Verde contratou 80 a mais, 2.103 funcionários e demitiram 1.933. A nível estadual em Mato Grosso, o volume de empregos gerados também diminuiu.

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A força-tarefa é composta por Ministérios Públicos, Polícias Ambientais e órgãos de fiscalização de 11 estados brasileiros. A operação é coordenada pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa), por meio do Projeto Libertas, e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da organização Freeland Brasil e financiamento do Escritório de Assuntos Internacionais sobre Narcóticos e Aplicação da Lei dos Estados Unidos (INL). [Continua depois da Publicidade] Além de Minas Gerais e Mato Grosso, participaram os estados de Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Alagoas, Ceará, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Maranhão e Bahia. Em Mato Grosso, a operação contou com o apoio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (DEMA), da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), da Polícia Militar Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) com o cumprimento de sete mandados de busca e apreensão em Cuiabá. Também foi cumprida uma ordem de busca e apreensão em Minas Gerais. [Continua depois da Publicidade] As investigações apontam que os animais em sua maioria aves dos biomas Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica, algumas ameaçadas de extinção, são retirados ilegalmente da natureza e comercializados em feiras clandestinas e pontos de venda irregulares. Além do tráfico de fauna, foram identificados outros crimes associados, como receptação, falsificação de documentos, maus-tratos, organização criminosa e lavagem de dinheiro. “A participação do MPMT na Operação Libertas reafirma nosso compromisso com a proteção da biodiversidade e o enfrentamento rigoroso aos crimes ambientais. O tráfico de fauna silvestre é uma prática cruel que compromete o equilíbrio ecológico e alimenta redes criminosas”, destacou Ana Luiza Avila Peterlini de Souza, promotora de Justiça titular da 15ª Promotoria de Defesa do Meio Ambiente de Cuiabá. “A operação deflagrada hoje é uma resposta contundente do Estado para proteger nossa fauna, essencial para o equilíbrio ambiental. As investigações seguem para consolidar provas e oferecer denúncia criminal pelos crimes de tráfico de fauna, maus-tratos, associação criminosa e lavagem de dinheiro”, afirmou Luciana de Paula Imaculada, promotora de Justiça do MPMG e coordenadora da operação pelo Projeto Libertas. “Essa ação integrada demonstra o compromisso sério do Ministério Público brasileiro com o enfrentamento ao tráfico de fauna silvestre, um crime que causa sofrimento a milhões de animais, ameaça espécies inteiras e compromete os serviços ecossistêmicos essenciais à vida. Combater essa prática é também proteger a saúde pública, a integridade ambiental e a própria governança do país, uma vez que essas redes criminosas frequentemente estão associadas a outras atividades ilícitas que afetam a segurança e a estabilidade ambiental”, concluiu Juliana Ferreira, diretora-executiva da Freeland Brasil.

CUIABÁ (MT) — A Polícia Militar de Mato Grosso realiza, na noite desta quarta-feira (29), o lançamento oficial da Operação Guns n’ Roses, conforme divulgado pela assessoria da corporação.

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