Homem tenta matar mulher em lucas do rio verde com tijoladas na cabeça e acaba preso pela GCM; a vítima está grave

Vítima apresentava ferimentos na cabeça e no rosto e foi encaminhada ao Hospital São Lucas; suspeito foi levado à delegacia

Uma mulher foi encontrada ferida na região de mata do Parque dos Buritis, em Lucas do Rio Verde, durante a madrugada desta sexta-feira (18). A ocorrência, inicialmente repassada como uma possível tentativa de homicídio, foi atendida pela Guarda Civil Municipal (GCM) por volta das 00h15.

Segundo informações apuradas, uma guarnição da GCM realizava patrulhamento pela Avenida Mato Grosso quando recebeu o chamado.

Durante o deslocamento para o parque, os guardas visualizaram um homem que, ao perceber a aproximação da viatura, teria demonstrado nervosismo e tentado se afastar da equipe, situação que motivou a abordagem.

Questionado pelos agentes, o homem relatou que havia se envolvido em uma briga na região de mata do Parque dos Buritis e afirmou que teria utilizado um paver, bloco de concreto utilizado em pavimentação, durante a confusão, alegando que teria agido para se defender.

Diante da informação, a equipe seguiu imediatamente para o parque. Nas proximidades dos banheiros, os agentes encontraram uma mulher caída ao solo, com ferimentos na cabeça e no rosto e apresentando sangramento.

O Corpo de Bombeiros Militar foi acionado e prestou os primeiros atendimentos. A vítima foi encaminhada ao Hospital São Lucas, onde recebeu atendimento médico.

Ainda conforme o registro, uma testemunha que estava na região apontou o homem abordado anteriormente como sendo o suposto autor das agressões. Segundo o relato prestado à GCM, a mulher teria sido atingida com o bloco de concreto durante uma discussão. A motivação da briga ainda não havia sido esclarecida.

Os guardas fizeram registros das lesões apresentadas pela vítima e encaminharam o material à Polícia Civil.

O suspeito foi conduzido até a Delegacia de Polícia Civil para ser apresentado à autoridade policial e para as providências cabíveis. Conforme a GCM, não houve necessidade do uso de algemas durante a condução.

O caso deverá ser investigado pela Polícia Judiciária Civil, que ficará responsável por esclarecer a dinâmica e as circunstâncias da agressão.

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