O governo brasileiro encaminhou a proposta de Orçamento para 2027 estabelecendo que o Bolsa Família continuará sem reajuste, preservando o valor mínimo de R$ 600 por família. Embora a legislação permita revisões a cada dois anos, a medida não possui obrigatoriedade de aplicação.
Para a manutenção do programa em 2027, o texto prevê um montante de R$ 157,1 bilhões, valor inferior ao alocado em anos anteriores, enquanto o atendimento se mantém em cerca de 19,3 milhões de famílias (patamar registrado desde 2025).
Debates no Congresso e Impacto nos Benefícios Adicionais
A decisão de congelar o valor mínimo gerou discussões no Congresso Nacional. Com o cenário de tensão nas contas públicas e a pressão social decorrente da inflação sobre o poder de compra, parlamentares enfrentam cobranças para debater e considerar ajustes antes da aprovação definitiva do orçamento.
Além do benefício base, a ausência de reajustes também afeta os acréscimos mensais voltados a composições específicas do lar, que seguem estruturados em:
- R$ 150 pagos por cada criança de até 6 anos (Primeira Infância).
- R$ 50 adicionais destinados a gestantes, bebês de até 6 meses (Nutriz) e jovens de 7 a 18 anos incompletos (Variável Familiar).
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