Fávaro não contratou empresa alvo de processo por condições de trabalho

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O senador Carlos Fávaro (PSD) não é um dos contratantes da empresa denominada Rumo Pesquisas, acusada por Patrícia Cristina da Silva de más condições de trabalho em uma pesquisa eleitoral. O senador foi notificado como parte do processo, mas não é ele o responsável pela contratação.

De acordo com informações da assessoria de imprensa de Fávaro, o contrato para pesquisa eleitoral foi firmado pelo PSD, sem sua participação, e é a empresa que deve responder pelas condições denunciadas no processo judicial.

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Na imprensa local, o nome de Fávaro aparece como sendo um dos responsáveis pela contratação. Na denúncia, Patrícia afirma que foi contratada para fazer 35 pesquisas, mas após alterações dos contratantes, teve de fazer 499 pesquisas.

Patrícia apresentou prints de um grupo de trabalho, formado no WhatsApp, em que uma mulher identificada como Lisley Leão dá instruções para os trabalhadores. Apesar das informações, o senador Fávaro acabou sendo classificado como o principal acusado.

Em nota, Fávaro afirmou que reportagens publicadas sobre o assunto não o ouviram e que não consta, em sua prestação de contas no Senado, nenhuma informação sobre contratação de pesquisa.

“Atribuir ao senador responsabilidade por condutas de uma empresa terceirizada, sem qualquer prova de participação ou conhecimento dos fatos, é juridicamente infundado e moralmente irresponsável”, afirmou o senador.

 

 

 

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