Custo de produção de milho de alta tecnologia em Mato Grosso sobe 39%, constata instituto

O custo de produção do milho alta tecnologia para a safra 2022/23 em Mato Grosso foi consolidado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária. As despesas com o custeio, que influencia diretamente no custo operacional, tiveram alta de 39,52% se comparadas com a safra anterior.

Ainda, quando analisados separadamente os indicadores de custeio, o custo com fertilizantes chegou a aumentar 56,25%, operações mecanizadas, 47,76%, e corretivo de solo, 39,37%. Essa elevação está atrelada à constante alta nos preços dos insumos no último ano-safra.

O instituto concluiu que o preço médio da ureia em Mato Grosso chegou a valorizar 42,50%, o diesel, 45,13%, e o calcário dolomítico, 43,92%, no período de janeiro a dezembro do ano passado, ante o mesmo período do ano de 2021. Assim, diante dessas variações, o custo total do milho no Estado para a safra 2022/23 ficou em R$ 5.610,78/hectare.

A saca do milho disponível no Estado foi negociada, em média, a R$ 63 na semana passada.

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Os preços da soja disponível em Mato Grosso desvalorizaram 4,94%, semana passada, em relação à anterior, fechando na média de R$ 116,41/saca, na última sexta-feira. É a terceira semana consecutiva de queda nas cotações. O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária divulgou, semana passada, análise do valor da soja no Estado mencionando que, nos últimos quatro anos, o preço da soja disponível exibiu grande valorização no Estado, mas esse cenário tem se invertido nos últimos meses A análise menciona, por exemplo, a cotação do último dia 20, “no Estado, que chegou a R$ 119,45/saca, sendo 88,44% maior que o observado há quatro anos (comparado com 22 de abril de 2019), devido à redução na oferta mundial da oleaginosa, o que elevou o patamar de preço. “Por outro lado, foi observado na segunda quinzena de novembro do ano passado, a constante desvalorização nas cotações da oleaginosa, devido à estimativa de grande produção para a safra 2022/23, ao prêmio portuário negativo, à queda no valor do produto em Chicago (EUA) e à menor demanda neste período, principalmente por parte da China”, acrescentaram os analistas do IMEA.

O preço do milho disponível em Mato Grosso teve queda de 3,88%, semana passada, ante a anterior, e fechou cotada a R$ 50 saca em

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