Em dois meses, 306 pessoas procuraram tratamento contra raiva em Cuiabá

Nos primeiros dois meses deste ano 306 pessoas procuraram unidades de saúde de Cuiabá para buscar tratamento antirrábico, isto é, quando existe a suspeita ou a confirmação de contaminação por raiva. Os dados são do relatório do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde da Capital.Desses 306 casos, 26 foram considerados mais graves e demandaram a profilaxia completa, ou seja, a higienização do local da mordida, a administração da vacina e, quando indicado, do soro antirrábico ou imunoglobina humana antirrábica.O levantamento mostrou que os maiores transmissores da doença são os cães, com 195 casos. Na sequência aparecem os gatos, com 79 ocorrências. Os morcegos tiveram sete ocorrências, enquanto os animais silvestres tiveram seis casos. Já os animais de produção rural tiveram duas ocorrências.Com relação aos casos de raiva em animais, foram registrados 27 casos. Desse total, 12 casos foram com morcegos. Outros sete casos foram com animais silvestres, cinco com cães e três com gatos.A recomendação das autoridades é que, em caso de invasão de morcegos dentro de residências, não se deve tocar no animal e acionar a equipe da Unidade de Vigilância em Zoonoses de Cuiabá. Também é recomendado que não se toque em animais mortos ou doentes com suspeita de raiva. Em caso de exposição ou acidente é preciso buscar atendimento imediato em uma unidade de saúde.Com relação aos casos de Leishmaniose visceral canina, foram realizados nos dois primeiros meses do ano 215 exames. Destes, 69 foram confirmados, o que é um número 43,8% maior do que o observado no mesmo período do ano passado.Naquele período não foi registrado nenhum caso de Leishmaniose em humanos em Cuiabá.

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