Mulher morre no HMC um mês após perda da filha em acidente

Camila Reis da Silva, 24, morreu na quinta-feira (12) após passar um mês internada em decorrência de um grave acidente de trânsito em Cuiabá. A filha dela, de 3 anos, morreu ainda no local do fato.

A paciente estava hospitalizada desde o dia 12 de fevereiro, quando se envolveu em batida entre uma moto e um caminhão no bairro Gamaliel, na capital. Devido à gravidade dos ferimentos, ela permaneceu internada no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), mas não resistiu às complicações e teve a morte confirmada pela unidade de saúde.

Segundo informações, a jovem sofreu fratura na bacia e múltiplas lesões internas em decorrência do impacto.

No momento do acidente, Camila estava acompanhada da filha, Lorena Valentina, de apenas 3 anos, e de um adolescente de 17 anos. A criança não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

Apesar dos esforços médicos ao longo do último mês, Camila faleceu em decorrências de complicações dos ferimentos.

O caso segue sendo investigado para esclarecer as circunstâncias do acidente.

Após a confirmação da morte, motoclubes de Cuiabá e da região manifestaram pesar nas redes sociais e decretaram luto pela perda da motociclista. Amigos, familiares e integrantes de grupos de motociclistas também publicaram mensagens de solidariedade, lamentando a tragédia que já havia comovido a comunidade após a morte da filha da jovem no dia do acidente.

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O governador Mauro Mendes (União) sancionou a Lei nº 13.167, de 19 de dezembro de 2025, de autoria do deputado estadual Dr. João (MDB), que amplia e fortalece as ações voltadas à saúde mental materna em Mato Grosso. A nova legislação altera a Lei nº 12.618, de 2024, que instituiu o mês Maio Furta-cor, e passa a estabelecer diretrizes claras para a Política de Atenção à Saúde Mental Materna no estado. Com a sanção, o Maio Furta-cor deixa de ser apenas um período de conscientização e passa a contar com uma política pública estruturada, voltada ao cuidado psicológico das mulheres durante a gestação, o parto e o pós-parto. A lei reconhece oficialmente a saúde mental materna como parte essencial da assistência à mulher e define conceitos como os períodos pré-natal, perinatal e de puerpério. Leia também – ‘Só pena máxima não serve’, diz Riva após morte de jovem atropelada e arrastada por homem em SP Entre os principais avanços, a legislação institui diretrizes para uma atenção humanizada, baseada em critérios científicos e com foco na prevenção do sofrimento psíquico relacionado à maternidade. O texto também reforça a importância da rede de apoio às mães, da informação sobre direitos no período gestacional e puerperal e do cuidado respeitoso, com garantia de dignidade, privacidade e confidencialidade. A lei sancionada estabelece objetivos práticos que passam a orientar as ações do poder público, como a implantação do pré-natal psicológico e do pós-natal psicológico na Atenção Primária à Saúde, a realização de triagens regulares para depressão, ansiedade e burnout materno, além da oferta de apoio profissional para dificuldades comuns do pós-parto, como problemas com amamentação, dor física e alterações emocionais. Outro ponto relevante é a garantia de prioridade no atendimento psicológico e psiquiátrico para gestantes e puérperas, bem como o suporte especializado para mães atípicas e o atendimento específico em situações de luto gestacional ou neonatal. A legislação também prevê capacitação contínua de profissionais da saúde e da educação, com atenção especial à prevenção da violência obstétrica. Para o deputado Dr. João, a sanção da lei representa um avanço significativo na forma como o Estado passa a enxergar a saúde materna. “Cuidar da saúde mental das mães é cuidar das famílias e garantir um começo de vida mais saudável para as crianças. Muitas mulheres sofrem em silêncio durante a gestação e o pós-parto, e a nossa lei cria instrumentos para acolher, orientar e oferecer atendimento adequado no momento certo”. A Lei nº 13.167 entrou em vigor na data de sua publicação e consolida Mato Grosso entre os estados que adotam políticas públicas permanentes voltadas à promoção da saúde mental materna, com foco na prevenção, no cuidado humanizado e no fortalecimento da rede de atenção às mulheres.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão nesta quarta-feira (25), no qual desejou boas festas à população

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