Lei reconhece feiras como patrimônio cultural de MT

Você sabia que os tradicionais mercados ao ar livre agora têm reconhecimento oficial como patrimônio cultural? Uma nova legislação estadual passou a valorizar esses espaços que fazem parte do cotidiano de milhares de moradores.

Lei valoriza tradição das feiras

O governador sancionou a Lei nº 13.241, que reconhece as feiras livres como patrimônio cultural de relevante interesse em Mato Grosso. A medida foi publicada no Diário Oficial e consolida o reconhecimento institucional desses espaços tradicionais de comércio e convivência social.

De autoria do deputado estadual Dr. João, a legislação define como feiras livres os locais públicos destinados à comercialização periódica de alimentos, hortifrutigranjeiros, produtos artesanais e outros itens de consumo vendidos diretamente por produtores e feirantes.

Segundo o parlamentar, as feiras têm papel essencial na preservação da cultura regional e na geração de renda para pequenos produtores. Além da venda direta de produtos, esses espaços representam um ponto de encontro entre tradição, economia popular e identidade cultural.

Importância social e econômica

Para o autor da proposta, o reconhecimento fortalece atividades que fazem parte da história das cidades do estado. Nas feiras, moradores encontram alimentos frescos, culinária regional, artesanato e manifestações culturais que refletem o modo de vida local.

Esses mercados populares também funcionam como um elo entre produtores rurais e consumidores, permitindo a venda direta e incentivando a agricultura familiar.

  • Geração de renda para produtores locais
  • Fortalecimento da agricultura familiar
  • Valorização da cultura regional
  • Estímulo ao turismo cultural

Exemplo tradicional no interior

Durante a defesa da proposta, o deputado citou como exemplo a tradicional feira de Tangará da Serra, considerada uma das mais conhecidas do estado. O espaço reúne semanalmente produtores, artesãos e moradores, consolidando-se como referência entre as feiras tradicionais da região.

Além do comércio, esses ambientes também preservam práticas culturais que passam de geração em geração, desde receitas típicas até costumes ligados à convivência comunitária

Origem da proposta

A iniciativa surgiu após diálogo com lideranças locais e representantes do setor. A troca de ideias contribuiu para ampliar o reconhecimento das feiras como patrimônio cultural em âmbito estadual.

Com a nova lei, a expectativa é incentivar políticas públicas voltadas à valorização desses mercados populares, garantindo a preservação das tradições e fortalecendo a economia regional.

E você, costuma frequentar feiras na sua cidade? Comente sua opinião e participe da discussão!

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