Preço do repolho cai 10% em Mato Grosso; abacaxi e abacate mais caros

O boletim semanal do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort) em Mato Grosso apontou que o repolho registrou queda de 10% no preço. O estudo aponta que hortaliças e legumes tiveram reduções de preço expressivas, como, por exemplo, o quiabo (-47%), a pimenta de cheiro (-30%) e a vagem (-16,7%). Entre as frutas, a banana maçã e a uva rubi recuaram R$ 15 por caixa, o que favorece o consumo e a reposição.

Por outro lado, há itens que registraram aumento de preço, com destaque para as frutas de entressafra, abacaxi, abacate e tangerina ponkan, que subiram R$ 10 cada, e para as verduras nobres, como a couve-flor e o brócolis, que ficaram 20% mais caros.

A análise mostra que, diante do cenário, o repolho tornou-se a melhor aposta tanto para consumidores quanto para feirantes e comerciantes. Ele aparece como uma alternativa acessível frente ao aumento de verduras mais caras, como a couve-flor e o brócolis, que fazem parte da família das chamadas brassicáceas, grupo de hortaliças bem conhecidas do dia a dia, informou a secretaria de Agricultura família.

Ainda segundo informações da secretaria, a expectativa é de que os preços das hortaliças continuem em queda nas próximas semanas, especialmente quiabo e a alface crespa, enquanto frutas em entressafra, como maracujá, manga, melão e abacate, devem seguir pressionando o mercado.

Em Mato Grosso, o ProHort é gerenciado pela Seaf, em parceria com a secretaria Municipal de Agricultura de Cuiabá, que faz o levantamento dos preços diariamente na Central de Abastecimento de Cuiabá (Ceasa-MT), no Distrito Industrial. No Estado, o programa conta também com o apoio da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer).

Compartilhar

Facebook
Twitter
LinkedIn
WhatsApp
Telegram
Imprimir

últimas Notícias

agronegócio

O ano de 2025 tem se caracterizado pela menor oscilação nos preços do boi gordo. Cálculos do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostram que a volatilidade dos preços do boi gordo neste ano está em 53,1%, menos da metade da observada em 2024 e 2023, por exemplo. Vale lembrar que o conceito estatístico de volatilidade se refere, neste caso, à variação dos preços em torno de sua média ao longo de janeiro até agora. Em outras palavras, indica a intensidade com que o preço se move para cima ou para baixo. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário sugere um ganho de eficiência na coordenação da cadeia, ainda que não necessariamente com distribuição equilibrada dos resultados entre seus elos. [Continua depois da Publicidade] Preços menos “voláteis” ao longo do ano indicam que o setor produtivo tem conseguido manter a oferta de animais mais constante – possivelmente com carcaças mais pesadas –, o que mantém as escalas continuamente preenchidas, linhas de abate ativas e abastecimentos interno e externo sem sobressalto. Com tal eficiência, pesquisadores do Cepea relatam que o mercado tem encontrado “ponto de equilíbrio”.

Dados do Cepea  (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostram que a diferença entre os preços da carcaça especial suína e da carcaça

plugins premium WordPress