Murilo Huff vira sócio de vaca avaliada em R$ 17,2 milhões

Não é só de música que vive o cantor Murilo Huff. O sertanejo está investindo pesado no agronegócio e recentemente arrematou em um leilão uma vaca avaliada em R$ 17.280.000,00.

O animal é uma das principais matrizes da raça Nelore, a icônica Íris 8 FIV da Valônia, e faz parte de uma sociedade da empresa do cantor, a Nelore Huff, com a Syagri, a Pecuária São Jorge, a Nelore HK e a Nelore Brasão.

A vaca adquirida por Huff tem um ‘currículo’ notável. Ela foi Grande Campeã Expozebu 2019, Grande Campeã Expoinel Minas 2020, nove vezes Grande Campeã e Reservada Grande, Recorde de peso em Terras de Kubera, com 1.306 kg, e recordista mundial de valorização em venda de prenhez, em R$ 540 mil.

Além disso, a vaca ainda é mãe de diversas campeãs, incluindo a Campeã Bezerra Jovem na Expoinel Minas 2021 e a Campeã Novilha Menor na Expoinel Nacional 2022, que foi comercializada por R$ 990 mil.

“A Íris 8 foi arrematada no Leilão Raridades, em Ribeirão Preto (SP). Foi um momento de muita euforia e orgulho, pois se trata de uma das vacas mais cobiçadas do Brasil, e do mundo, com vários recordes em pista. Fora isso, é uma grande reprodutora, com diversos filhos campeões. Então, com certeza é um animal que vai agregar muito no nosso plantel, e no melhoramento genético dos nossos cruzamentos”, comenta o cantor.

Murilo Huff disputa guarda do filho
A relação entre Murilo Huff e a Dona Ruth, mãe de Marília Mendonça, virou alvo de polêmicas no início de julho. O cantor obteve a guarda unilateral provisória de seu filho Léo, de 5 anos, que vivia com a avó desde a morte da mãe em 2021.

Huff também entrou com um pedido na Justiça para investigar as movimentações financeiras nas contas do filho.

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A força-tarefa é composta por Ministérios Públicos, Polícias Ambientais e órgãos de fiscalização de 11 estados brasileiros. A operação é coordenada pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa), por meio do Projeto Libertas, e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da organização Freeland Brasil e financiamento do Escritório de Assuntos Internacionais sobre Narcóticos e Aplicação da Lei dos Estados Unidos (INL). [Continua depois da Publicidade] Além de Minas Gerais e Mato Grosso, participaram os estados de Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Alagoas, Ceará, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Maranhão e Bahia. Em Mato Grosso, a operação contou com o apoio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (DEMA), da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), da Polícia Militar Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) com o cumprimento de sete mandados de busca e apreensão em Cuiabá. Também foi cumprida uma ordem de busca e apreensão em Minas Gerais. [Continua depois da Publicidade] As investigações apontam que os animais em sua maioria aves dos biomas Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica, algumas ameaçadas de extinção, são retirados ilegalmente da natureza e comercializados em feiras clandestinas e pontos de venda irregulares. Além do tráfico de fauna, foram identificados outros crimes associados, como receptação, falsificação de documentos, maus-tratos, organização criminosa e lavagem de dinheiro. “A participação do MPMT na Operação Libertas reafirma nosso compromisso com a proteção da biodiversidade e o enfrentamento rigoroso aos crimes ambientais. O tráfico de fauna silvestre é uma prática cruel que compromete o equilíbrio ecológico e alimenta redes criminosas”, destacou Ana Luiza Avila Peterlini de Souza, promotora de Justiça titular da 15ª Promotoria de Defesa do Meio Ambiente de Cuiabá. “A operação deflagrada hoje é uma resposta contundente do Estado para proteger nossa fauna, essencial para o equilíbrio ambiental. As investigações seguem para consolidar provas e oferecer denúncia criminal pelos crimes de tráfico de fauna, maus-tratos, associação criminosa e lavagem de dinheiro”, afirmou Luciana de Paula Imaculada, promotora de Justiça do MPMG e coordenadora da operação pelo Projeto Libertas. “Essa ação integrada demonstra o compromisso sério do Ministério Público brasileiro com o enfrentamento ao tráfico de fauna silvestre, um crime que causa sofrimento a milhões de animais, ameaça espécies inteiras e compromete os serviços ecossistêmicos essenciais à vida. Combater essa prática é também proteger a saúde pública, a integridade ambiental e a própria governança do país, uma vez que essas redes criminosas frequentemente estão associadas a outras atividades ilícitas que afetam a segurança e a estabilidade ambiental”, concluiu Juliana Ferreira, diretora-executiva da Freeland Brasil.

CUIABÁ (MT) — A Polícia Militar de Mato Grosso realiza, na noite desta quarta-feira (29), o lançamento oficial da Operação Guns n’ Roses, conforme divulgado pela assessoria da corporação.

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