Operação da PF desarticula quadrilha que desviou R$ 13 milhões da Saúde de Cuiabá

Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (4) a Operação Iterum, que tem como objetivo desarticular uma quadrilha investigada por desvio de recursos públicos federais destinados à Saúde de Cuiabá. Estima-se que o prejuízo seja de R$ 13 milhões aos cofres públicos. A ação conta com o apoio da Controladoria Geral da União (CGU).

De acordo com as informações, são cumpridos 9 mandados de busca e apreensão em Cuiabá e Várzea Grande, expedidos pela 5ª Vara Federal de Mato Grosso.

Durante a investigação, a PF afirma que foram detectadas incongruências e graves irregularidades na execução de contratos de serviços de tecnologia firmados pelo município entre 2017 e 2022 com uma empresa do ramo de informática.

As análises realizadas com o apoio da CGU não encontraram evidências da efetiva prestação de serviço previsto no contrato, bem como a correlação entre os pagamentos.

Atuam na operação 33 policiais federais e 4 servidores da CGU. Com as buscas, a PF vai aprofundar na investigação, que envolve crime de corrupção, lavagem de dinheiro e fraude de licitação. Penas dos investigados pode chegar a 30 anos de prisão.

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O presidente da Associação dos Produtores de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigantes de Mato Grosso (Aprofir-MT), Hugo Garcia, participou do lançamento do projeto “Rota da Banana: Sustentabilidade na Bananicultura em Mato Grosso”, na sexta-feira (13), na Comunidade Facão, no município de Cáceres. “Eu estou vendo um sonho que eu sempre desejei para o Mato Grosso acontecer. Eu acho inadmissível um Estado que nem o Mato Grosso receber todo dia 50, 70 caminhões de frutas e verduras de fora do nosso Estado, quando a gente poderia produzir aqui. E isso agora será realizado”, disse o presidente. Leia também – Senac oferece curso gratuito de cuidador de idosos; veja O projeto prevê ações e atividades em 24 municípios mato-grossenses integrantes da rota, possibilitando o escoamento, comercialização e gestão da bananicultura. “Eu não tenho dúvida de que podemos produzir fruticultura e hortaliças para a nossa região, bem como para outros estados do país e até vender para fora, para o mundo. É só organizar a logística. Não tenho dúvida que o ministro entende muito sobre isso e a gente vai resolver esse problema o mais breve possível”, continuou Hugo. O objetivo é valorizar a cadeia produtiva da banana de forma a fortalecer a economia local e reduzir as desigualdades regionais no estado, resgatando, ainda, o valor cultural da banana-da-terra em Mato Grosso. “É como eu sempre falo, você pode juntar a fruticultura com o tanque, que é o reservatório de água para a criação de peixe, que assim o produtor poderá ter um outro produto de alto valor agregado. A fruticultura é isso, é um produto de alto valor agregado”, explicou Garcia. Com potencial para beneficiar mais de 600 mil pessoas, o projeto abrange os municípios de Campos de Júlio, Comodoro, Nova Lacerda, Conquista do Oeste, Pontes e Lacerda, Vila Bela da Santíssima Trindade, Vale do São Domingos, Jauru, Figueirópolis do Oeste, Indiavaí, Araputanga, Reserva do Cabaçal, Porto Esperidião, Glória do Oeste, São José dos Quatro Marcos, Mirassol D’Oeste, Curvelândia, Lambari do Oeste, Rio Branco, Salto do Céu, Cáceres, Poconé, Nossa Senhora do Livramento e Várzea Grande.

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